Você chora assistindo filmes? Não tenha vergonha, junte-se a nós! Snif...
Sejam bem-vindos ao post do chororô, uma homenagem a alguns filmes que me fizeram chorar, sem vergonha de ser feliz...
Aliás, parece que um filme desse tipo vem sempre naquele momento em que você está meio pensando na vida, cheio de reflexões e dilemas. Aí não tem jeito, as emoções afloram e as lágrima são inevitáveis.
A seguir, alguns filmes que podem lhe fazer chorar. Prepare o lenço!
Este filme, nossa, me fez chorar lavado umas três vezes. A história de um bombeiro em crise em seu casamento, mas uma crise bem tensa, e também a relação com a mãe não anda nada bem. Mesmo sendo um profissional exemplar, Caleb precisa resolver sua conturbada vida pessoal - quando está prestes a se separar de sua mulher, ele recebe um importante desafio de seu pai; e, a partir daí, as coisas começam a ficar no limite das emoções. Muito tocante, um exemplo de como o amor pode resistir às crises mais desafiadoras.
Imagtine um drama daqueles! O filme acaba trazendo á tona uma questão bem polêmica e que mexe muito com a relação familiar - imagine você já nascer com o intuito de ajudar sua irmã doente, sabendo que isso pode limitar a sua própria vida? No caso, Anna foi concebida através de ferilização in vitro, e Kate, a mais velha, tem leucemia. O grande drama central ocorre quando Kate passa a sofrer de insuficiência renal e precisa da doação de Anna - mas, a irmã mais nova não está disposta a limitar sua vida, e resolve processar os próprios pais para ter emancipação médica e os direitos sobre seu próprio corpo. E terá a ajuda de Campbell Alexander, que se tornará seu mandatário. Ou seja, que história, hein. Carregada de drama, contamos com boas atuações de Cameron Diaz, Abigail Breslin, Sofia Vassilleva e Alec Baldwin.

Uma linda e comovente história da lealdade de um cão a seu dono, perpetuada mesmo após a morte do professor Parker Wilson (Richard Gere). Baseado em uma história real do Japão, o filme mostra como Hachi, um cão da raça Akita, manteve-se fiel ao dono por tantos anos, tendo a incrível percepção da rotina, de espera-lo todos os dias no mesmo lugar, em uma estação de trem. O que mais comove, com certeza, é que mesmo após a morte de Parker, Hachi não deixou de ir ali espera-lo, o que demonstra a importância dos laços de amor e amizade, um exemplo de como a vida vale a pena quando nos deixamos levar pelos sentimentos mais nobres e puros.
Este filme me surpreendeu, mais pela atuação de Shailene Woodley, que não fica forçando a barra para um dramalhão, e tudo acaba fluindo de forma bacana e natural. Poderia ser mais um romance adolescente -água-com-açúcar, mas foi tanto burburinho em cima do filme que resolvi ir ao cinema conferir. E acabei chorando mais por ver minha amiga chorar, mas claro que tem momentos bem emocionantes e um belo exemplo de amor e compreensão com a dor do próximo.
Não, você não está enganado - apesar de toda a tensão e agonia que "Gravidade" passa, ao mostrar o drama da Dra Ryan Stone à deriva no espaço, tendo que superar momentos muito adversos para conseguir um - improvável - retorno à Terra. Mas, em determinada cena, ela me levou às lágrimas quando entrou em contato, por rádio, na estação chinesa, e começou a ouvir uma pessoa cantando para um bebê. Um momento muito belo do filme, onde ainda há o drama da doutora por ter perdido sua filha, ainda criança. Um filme grandioso e inesquecível.
Olha ele aí de novo! Mas aqui vale o registro novamente, do momento em que foi impossível conter as lágrimas, após uma surpreendente revelação. Sem spoiler, como eu já disse, vale a pena conferir e ver se vocês irão se emocionar também.

Baseado em uma história real, "O Impossível" leva muito em consideração seu título, pois você realmente não imagina o que vai acontecer no final (vamos fingir, pelo menos...). Imagine as férias dos sonhos em família, os pais com seus três filhos, em um paraíso tailandês. De repente, um tsunami simplesmente devasta o local e separa a família. Maria (Naomi Watts, indicada ao Oscar de Melhor Atriz por sua atuação) e Lucas, o filho mais velho, ficam de um lado, enquanto o pai e os filhos mais novos vão para outra parte da ilha. Em meio à uma grande luta pela sobrevivência, vemos o amor, a união e a perseverança, até acontecer um desfecho surpreendente.
E você, lembrou de mais algum que o fez chorar muito? Posta aí nos comentários!
Choro sempre com Titanic e Marley & Eu!
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